-Está a ver para que serve uma cerveja? Para impedir coisas rápidas demais.
-É. Tipo limitador de velocidade...
Eva me chamaste
Fizeste das minhas costas o teu piano
Dos teus desenhos as minhas curvas
Da minha boca a tua maçã
Dos meus olhos o teu mar
Do meu mundo os teus braços
(...)
Fizeste das minhas costas o teu piano
Dos teus desenhos as minhas curvas
Da minha boca a tua maçã
Dos meus olhos o teu mar
Do meu mundo os teus braços
(...)
12 outubro 2010
10 outubro 2010
>>Ja te disseram hoje que es linda e maravilhosa? :)
>> Beijos
Não, mas soube bem. A intenção soube muito bem.
>> Beijos
Não, mas soube bem. A intenção soube muito bem.
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Flashes,
Tonta...
- Não, neste caso é só mesmo bem-me-quer, mal-me-quer.
-ahahah.. esta miúda tem piada, tem cada uma! Tonta.
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Flashes
09 outubro 2010
Hoje só dou música, estou assim, pronto!
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Música
Beautiful
Here we are, finally together
holding close, never release this feeling, this moment, my dream is now
I'm loving you,
cause you're beautiful, something in your eyes tells me I have found
love that never dies
I don't have to dream
reality is beautiful in you
I never felt more true
there you are
finally the answer
take my hand
never release the sweetness, the magic, and hapiness I've found in you
...
Here we are, finally together
holding close, never release this feeling, this moment, my dream is now
I'm loving you,
cause you're beautiful, something in your eyes tells me I have found
love that never dies
I don't have to dream
reality is beautiful in you
I never felt more true
there you are
finally the answer
take my hand
never release the sweetness, the magic, and hapiness I've found in you
...
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Música
08 outubro 2010
- As coisas melhores de tocar sabe o que são?- Não!!.....
- A sua pele e as patinhas dos gatinhos bebés...
[lembrei-me quando vi a foto, já não me lembrava disto, e acho que havia outra hipotese de que não me lembro, bolas!!]- é isso o focinho dos cavalos. Não sei porquê na altura a coisa soou melhor.... :)
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Will you still love me tomorrow
Já agora, e hoje e nos outros dias?...
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Música
07 outubro 2010
-Whaaaaaat??? O que é que foi??? Está a olhar para mim porquê?
-Porque gosto. Não posso?
-(#%#/&%) Pode.
-Porque gosto. Não posso?
-(#%#/&%) Pode.
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- Pare de se rir com essa cara de parvo, já percebi que ela era gira, pronto, escusa de inventar, é que eu estou de costas mas sei que se está a rir engraçadinho.
- eheh...como é que sabe essas coisas?
- eheh...como é que sabe essas coisas?
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06 outubro 2010
Apetecia-me falar consigo.
Sim, consigo, este post é para si, não sei quando ou se me vem ler, mas suponho que de vez em quando me espreite para tentar perceber como estou. Não sei o que entende do que aqui vê, que deve ler em diagonal, que o tempo é pouco, eu sei, sempre foi (e eu escrevo para xuxu, não é?). Mas não se preocupe, é aqui que ponho tudo o que de mais sombrio me assombra, o que mais me entristece, é onde me refugio do dia a dia que tem de ser, ou tentar ser, normal. É preciso, para conseguir algum equilíbrio minímo, para me ir levantando todos os dias, mesmo quando as noites não são dormidas como devem. Se lê alguma coisa do que aqui vai há-de perceber que me tento agarrar ao que posso, tento racionalizar-me das minhas razões e não das suas, porque não consigo encaixar as suas na minha visão do mundo, e então obrigo-me a olhar para tudo, para o que foi e o que se passou, pelos olhos dos sentidos, do que há, do que se vê, do que se ouve, e tento calar tudo o resto que me grita coisas que sinto mas que são incompreensíveis à razão.
Não sei o que tudo isto foi para si, sei o que foi para mim e o que senti, o que senti até de si, em si, do que parece tantas vezes ter sentido quando revivo na memória tanta coisa boa que foi, mas tento apagar essas sensações, esse pressentir o que sentia, porque não encaixa no fim que deu à história Tenho de perceber o fim para o processar, e para isso não posso acreditar senão no que se vê e ouve, e esquecer os sentidos que sentem mais, mas que nunca justificariam a história assim, mas precisamente ao contrário. Não foi o que aconteceu, não foi o que ouvi e o que me deu a ver. Tudo isto para lhe dizer que estou melhor do que pareço, que não se preocupe, que se preocupe consigo e com o fazer as pazes com a vida, com a sua vida, para que possa aproveita-la o melhor que pode e escolheu. Eu continuarei por aqui, a equilibrar as ideias e os sentires e a conversar consigo, sem falar e sem si.
Sim, consigo, este post é para si, não sei quando ou se me vem ler, mas suponho que de vez em quando me espreite para tentar perceber como estou. Não sei o que entende do que aqui vê, que deve ler em diagonal, que o tempo é pouco, eu sei, sempre foi (e eu escrevo para xuxu, não é?). Mas não se preocupe, é aqui que ponho tudo o que de mais sombrio me assombra, o que mais me entristece, é onde me refugio do dia a dia que tem de ser, ou tentar ser, normal. É preciso, para conseguir algum equilíbrio minímo, para me ir levantando todos os dias, mesmo quando as noites não são dormidas como devem. Se lê alguma coisa do que aqui vai há-de perceber que me tento agarrar ao que posso, tento racionalizar-me das minhas razões e não das suas, porque não consigo encaixar as suas na minha visão do mundo, e então obrigo-me a olhar para tudo, para o que foi e o que se passou, pelos olhos dos sentidos, do que há, do que se vê, do que se ouve, e tento calar tudo o resto que me grita coisas que sinto mas que são incompreensíveis à razão.
Não sei o que tudo isto foi para si, sei o que foi para mim e o que senti, o que senti até de si, em si, do que parece tantas vezes ter sentido quando revivo na memória tanta coisa boa que foi, mas tento apagar essas sensações, esse pressentir o que sentia, porque não encaixa no fim que deu à história Tenho de perceber o fim para o processar, e para isso não posso acreditar senão no que se vê e ouve, e esquecer os sentidos que sentem mais, mas que nunca justificariam a história assim, mas precisamente ao contrário. Não foi o que aconteceu, não foi o que ouvi e o que me deu a ver. Tudo isto para lhe dizer que estou melhor do que pareço, que não se preocupe, que se preocupe consigo e com o fazer as pazes com a vida, com a sua vida, para que possa aproveita-la o melhor que pode e escolheu. Eu continuarei por aqui, a equilibrar as ideias e os sentires e a conversar consigo, sem falar e sem si.
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Meu amor...
05 outubro 2010
-Está-me a encher de mimo, sabia?-...Não, não sabia... :) nem sei como é que se faz isso pelo telefone...mas tenho de aprender que isso parece-me uma coisa útil...
[podia-me ter explicado como é que consegui fazer isso :), lembro-me tão bem de ouvir esta frase, que a oiço ainda, e sei perfeitamente onde eu estava e onde ele estava quando a disse]
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-Incrível.-O quê?
-Como foi preciso chegar a esta idade para ver que há na realidade coisas, que dantes pensava que só em sonhos.
-E só, só em sonhos é que são possíveis, na realidade não. Na sua e na minha, não.
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04 outubro 2010
- Pare lá com isso e fale comigo agora.
- Mas eu não estou a fazer nada...
- Está está, pare de olhar para o monitor e fale comigo.
- ahahahah, como é que sabe?
- Porque sei, não discuta comigo.
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03 outubro 2010
O tempo passa? Não passa
no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça
do amor, florindo em canção.
O tempo nos aproxima
cada vez mais, nos reduz
a um só verso e uma rima
de mãos e olhos, na luz.
Não há tempo consumido
nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
de amor e tempo de amar.
O meu tempo e o teu, amada,
transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada,
amar é o sumo da vida.
São mitos de calendário
tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer toda a hora.
E nosso amor, que brotou
do tempo, não tem idade,
pois só quem ama
escutou o apelo da eternidade.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Amar se Aprende Amando'
no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça
do amor, florindo em canção.
O tempo nos aproxima
cada vez mais, nos reduz
a um só verso e uma rima
de mãos e olhos, na luz.
Não há tempo consumido
nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
de amor e tempo de amar.
O meu tempo e o teu, amada,
transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada,
amar é o sumo da vida.
São mitos de calendário
tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer toda a hora.
E nosso amor, que brotou
do tempo, não tem idade,
pois só quem ama
escutou o apelo da eternidade.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Amar se Aprende Amando'
Ninguém pode dizer que gosta, que nos quer, e ao mesmo tempo dizer-nos que é impossível, que não pode ser. São duas afirmações demasiado antagónicas. Não me querem perder, mas não me querem na realidade para nada. Não me querem perder, mas não me querem, não lutam para não me perder. Deixam-me fugir, não esboçam sequer uma ligeira vontade de não me deixar ir, deixam apenas a leve impressão de que preferiam que não fossemos, mas não se mexem, não saem do lugar, e depois insinuam que sofrem muito. Talvez. Mas então devem gostar. Eu é que sofro e não gosto, e não posso fazer nada, não sei lutar contra moínhos de vento instalados em cabeças, que na verdade não posso mudar, nem quero, porque fazem parte dele, dessa estranha maneira de ser, e é essa maneira estranha que eu gosto, que me prende e me afasta, que me afastou. Não o quereria mudar e não se obriga ninguém a ver os verdadeiros moínhos de vento.
02 outubro 2010
-Então e ele era giro?
-Não, não era nada de jeito...
-Ahhh então foi por isso que não lhe deu o numero!!
-Foi, claro, foi por isso foi, mas ele tinha um rabinho muito jeitoso...
-A mim nunca me disse isso!!... eu não tenho um rabinho jeitoso???
[ihihih apanhado, tão bem apanhado :)]
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Change your heart
Look around you
Change your heart
It will astound you
I need your lovin'
Like the sunshine
Everybody's gotta learn sometime
(...)
[eu já aprendia já...]
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01 outubro 2010
-Nunca percebi como é que esses sapatinhos de princesa não saem dos pés!!
-É porque não são de princesa...
-É porque não são de princesa...
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