Eva me chamaste

Fizeste das minhas costas o teu piano

Dos teus desenhos as minhas curvas

Da minha boca a tua maçã

Dos meus olhos o teu mar

Do meu mundo os teus braços


(...)

03 outubro 2014


 - Quando é que foges comigo??

- Quando me quiseres.
Quando quiseres ir comigo e vir comigo, quando quiseres regressar a casa comigo, quando quiseres adormecer comigo e ver-me descabelada a acordar, quando tiveres a certeza que me queres, quando não me vieres com desculpas e números esfarrapados, quando quiseres namorar comigo, rir comigo, barafustar comigo e fazer as pazes comigo, quando quiseres ser teimoso comigo mas saberes que eu tenho razão sempre e reconheceres que eu não sou teimosa, quando quiseres dizer parvoeiras e ouvir as minhas frases tão acertadas e ajuizadas em resposta, quando achares que não te cansas de mim, e quando te cansares de me dizer que me vou cansar de ti, quando arranjares um bocadinho para escaparmos ao mundo e ficarmos só nós dois para depois voltarmos e nos misturarmos no mundo os dois, fazendo ainda assim um mundo dentro doutro.
Quando o teu dia começar com um beijo de bom dia que te arranco e acabar com um beijo de boa noite que me dás...... Vê lá na tua agenda para quando é....depois avisa que eu confiro a minha!!
...eu gosto mais da última... e não não é por aludir ao que me falta...
mas porque sou uma pecadora (i)nata.... 
e o "sin" saltou-me logo aos olhos!!!
eheheheh... 

...hoje o dia amanheceu estranho e nem sei porquê... 
não sei explicar, 
por isso o melhor é mesmo uma fotografia destas para alegrar o dia.
Bom Dia.

Para amar é preciso assumir que se ama. Amar não é relativo, não é mais ou menos, não é assim-assim. Amar é absoluto. É o amor a acordar quando abrimos os olhos e a respirar quando o ar nos entra nos pulmões. A viver enquanto vivemos. Amar não tem localização, não há sítios onde se pode amar e outros onde o amor é envergonhado ou encapotado. Não há capota que cubra o amor, como não há nuvem que cubra o céu inteiro, o amor tem pés grandes e chega a todo o lado. O amor não se tapa e não se abafa. Não, para amar não é preciso assumir nada, estava errada, amar é já assumir. A única prova é sentir. Sentir é assumir. Tu sentes?

Boa noite

02 outubro 2014

...sempre foi a minha filosofia!!
Se calhar está na hora de mudar de filosofia...
é que leite condensado derramado... é um desperdício...

- (...) acho que temos os dias contados...
- Os dias contados? porquê? Não me contas nada pahhh. Que se passa?
- Diferenças no sentir. No mostrar. Onde estamos quites é no querer.
- E então? Isso é normal as pessoas não são iguais....têm de acertar agulhas.
- É isso que estamos a tentar, mas é complicado. E dói. Ela esfria-me muito...
- Porquê? Achas que ela não mostra?
- Sim, sou eu que quero mais. Sou eu que tenho pressa. Sou eu que estou apaixonado... ela não mostra como eu...
- Mas mostra, só tem mais medo, não?
- Para ela somos uma "cena" calma. Tranquila. E ela é tudo menos tranquilidade para mim...
- eheheheh... que giro, miudo! Tu és paixão ela é amor. Queres melhor? É juntar isso!!
-... quero. Quero melhor. Sinto-me a morrer!!... aos poucos. Devagar. Com dor. Com tudo. Sem sono. É drama, mesmo...
- Porque ela não ferve como tu?
- Não. Não vejo. Não sinto. Sou o porto seguro dela. Com orgasmos. É isso.
- Mas isso é bom, não?
- É?
- Talvez ela seja do tipo calmo e tranquilo. Queira um porto seguro para amar e ser amada. O porto seguro é carinho é compreensão é ternura é apoio: é amor. Quem me dera ter esse conforto de ter com quem partilhar um lugar tranquilo no porto... e sim depois com paixão, com pele, com orgasmos partilhados. Vocês estão a velocidades diferentes é esse o problema. Tu vais chegar onde ela está, onde há mais tranquilidade, acho eu. Ela é que nunca chegará à tua asfixia, a asfixia que te faz sentir completamente cada respiração.
- E sei viver assim?
- Se os dois quiserem muito arranjam maneira de se encontrarem a meio, porque a alternativa de perder o outro, de perder a respiração, não é alternativa, não se concebe sequer. Se se conceber não é realmente forte...

(...)

- Falaram? Ontem fiquei preocupada contigo...
- Falei... disseste-me tudo.. acredita...
- Tudo? como? Expliquei-te como vejo esta coisa de gostar realmente de alguém...
- Fizeste-me ver as coisas de uma maneira que não conseguia.
- Como? Explica lá... Não te disse nada que não soubesses, pois não?
- Disseste....Eu achava que ser porto seguro era redutor de tudo o que sinto.Eu sentia que ela não merecia tudo o que sentia por ela.Que ela gostava menos, ou que não gostava de todo, e senti-me espalmado, asfixiado, encolhido com tudo o que sentia.. Sentia-me uma botija de gás com fogo a aproximar-se...eu ia explodir, mais cedo ou mais tarde. E algures tu dizes-me: "Tu és paixão. Ela é amor"

(conversa de ontem acabada, ou continuada, hoje com um miúdo que adora deixar conversas a meio e às vezes desaparecer... mas com quem gosto de conversar e das ideias, mesmo que um bocadinho bruto, às vezes... é um bom miúdo)

[as pessoas são diferentes, gostam de maneira diferente, mostram de maneiras diversas. O importante é gostarem e saberem que gostam e o quanto gostam, o quanto não querem a alternativa: a de ficarem sem a pessoa de quem gostam, aquela pessoa que torna os dias em alguns minutos que valeriam anos, que nos fazem depois, longe, sorrir sozinhos, e que nos fazem sempre sentir bem. O importante é que independentemente de como se gosta e se mostra é que os dois se sintam bem a mostrar e se sintam bem com a forma como o outro mostra. Às vezes é preciso sairmos dos nossos sapatos para entendermos o outro e as suas formas diferentes de mostrar, outras vezes as pessoas mostram de formas idênticas, o que interessa é que se goste de como somos gostados e como gostamos. Ambos têm de amar o amor que têm além de amar o outro.
Mas nem todos estamos nas mesmas fases, nem todos temos os mesmos ritmos... há pessoas que por serem muito atraentes valorizam muito mais o sentirem-se bem com alguém, o carinho, o mimo, a ternura, a amizade, a tranquilidade dum porto seguro que sabemos que nos quer bem pelo que somos, não pelo que todos vêem. Como se o privilégio deste porto seguro ser para cegos que só nos vêem pela alma, que nos sentem, e não os que passam por nós na rua e que os olhos sadios fazem rodar cabeças. E esse privilégio entrega-se quando há confiança, quando nos entregamos a alguém mais de alma que de corpo - tão mais de alma que de corpo... Quando todos nos valorizam o corpo, nós valorizamos quem nos valoriza a alma. Acho que é o que se passa com esta mulher.
E eu fiquei a pensar nisto, porque comigo foi o contrário. Precisamente o contrário. Sempre me disseram inteligente, perspicaz, amiga, boa para conversar, melhor ainda para ouvir. Isso para mim era o normal, reconhecido por várias e variadas pessoas ao longo da vida. Agora alguém que me fizesse sentir desejada, alguém que me fizesse acreditar que valia umas torcidas de pescoço na rua (nisso nunca acreditei, mas bastava-me acreditar que isso aconteceria em casa ou por quem eu realmente quisesse e me quisesse, e isso sim aconteceu), alguém que gostasse do meu corpo e mo fizesse sentir, dentro e fora dele, alguém que gostasse da maneira como me mexo, como me rio, da minha gargalhada, das brincadeiras parvas de mulher que só se tem com o nosso homem, no fundo da mulher que há em mim para além da pessoa. Isso surpreendeu-me, enganada ou não - que diferença faz? se se sente assim para nós é assim... -, e talvez isso me tenho feito encontrar-me completa, e sentir-me bem com quem sou, com o que sou, sentir que alguém me quer e deseja se me olha, que me olha e o desejo vê-se nos olhos e sente-se na ponta dos dedos, na boca, na pele que pede a minha. Alguém que me faça inteira e completa. E foi isto, fiquei a pensar nisto... eu acho que me sentiria bem na tranquilidade dum porto seguro que de vez quando se aventura mar adentro, às vezes revolto, às vezes frio, às vezes profundo, mas sempre verdadeiro, genuíno, e que sabe poder voltar à paz dessa tranquilidade, talvez só assim se possam aproveitar todas as viagens.

Será que estar longe afasta? Será que estar afastado gasta as saudades? Ou habituamo-nos e deixamos de as sentir? Deixa-se de sentir? Será que estar perto aproxima? Será que só sabemos e pensamos o que temos quando nos falta? Como a saúde ou o amor? Será que nos habituamos a uma presença e deixamos de senti-la? E a ausência? Sente-se?
Será que alguém sente a ausência da minha presença ou a presença da minha ausência?
Será que as saudades são ausência ou presença? Ou é a presença sentida duma ausência não sentida?
As distâncias têm medida? Medem-se pelas saudades? E como se medem as saudades? Pelas faltas que provocam ou pelo amor que convocam?
Haverá por isso distâncias diferentes num mesmo espaço entre duas almas. E o espaço separa?
E o tempo? O tempo conhece a distância? O tempo aumenta com a distância? Ou a distância aumenta com o tempo?
As almas conhecem o tempo? E sabem o que é distância? Ou só sentem, sem saber sequer que sentem no tempo na distância ou na proximidade? Só sentem sem saber de variáveis relacionadas, correlacionadas, ou equacionadas.
Será que a distância afasta? Será que estar perto aproxima?
E eu onde estou?
Sem tempo, sem distância, sem proximidade?
Na saudade que mora no amor.
Do amor.

Boa Noite

01 outubro 2014

... também servem para uma mulher, só vos digo...
as regras, claro!!

Bom Dia!
(é o primeiro post e ainda há luz... vamos dizer bom dia, ok?)

...parece-me uma boa receita.
para qualquer coisa
muito boa.

Boa Noite

30 setembro 2014


"O consenso é o oposto da submissão, mas não parece.Porque não pode haver consenso com quem é submisso, por mais que te digam “sim”. Nunca sabes, num submisso, de quem é a língua que te fala, se da alma, se da mente, se do medo. E de falsos em falsos consensos se tece a teia em que tramas tudo."


Do Menino,  e eu não podia concordar mais... 

Submissa nunca me conheci e não me parece bom para ninguém. Quando tenho a dizer, digo. Não me calo para manter a paz podre. Acredito que fazer-me submissa ou concordante não resolve problemas, encapota-os. Concordo quando concordo, discordo quando discordo. As duas com respeito e consideração pelos outros. Quando se tem de discutir, descabelar e despejar o saco, é isso que se deve fazer, tendo o cuidado de o tentar fazer com justiça e sem magoar ninguém. Explicar o que se sente e como, o que se gosta e não; só assim pode haver entendimento e felicidade. Submissão e dizer sempre sim, ou ouvir sempre um sim, não pode ser felicidade para ninguém, alguém se anula e alguém abusa, permitindo que o outro se anule, nenhuma das posições é saudável e em nenhuma há respeito. Um mente e o outro deixa que o que mente se anule. Que não seja o que é. É porque não pode gostar do que o outro realmente é. 
Quem diz amar um submisso não o ama porque ele não age como o que verdadeiramente é, apenas concorda em ser o que o outro quer que ele seja. De mim gostam ou não gostam, mas do que sou. Em geral não gostam digo o que penso e reclamo quando me magoam. 
De submissão não sofro, posso é às vezes sofrer por pensar assim, por dizer o que entendo que devo dizer e o que não gosto, ou por mostrar que gosto tanto quando gosto. Sou um bocado transparente, e isso deve ser monótono, não é preciso ser detective ou bruxo para perceber o que sinto ou penso. Eu digo, não deixo espaço a grandes descobertas ou grandes enganos. 

Casava-me já contigo - MEC

"Quando eu era pequenino e vi um cartaz do filme The Seven Year Itch, de Billy Wilder e de 1955, perguntei à minha mãe o que era. Ela respondeu: "Ao fim de sete anos a novidade do casamento começa a passar".

Ao fim de 14 anos, cada vez que eu olho para a minha mulher, cada dia que acordo ao lado dela, o que mais me comove e impressiona é precisamente a novidade de vê-la, poder amá-la, ter a sorte de ser amado por ela.

Cada coisa que fazemos é ao mesmo tempo antiquíssima – como uma cerimónia que construímos juntos só para nós os dois – e novíssima, pelo desejo e pelo entusiasmo de lá estar, naquele lugar que ela abriu para mim e ela no lugar que só é dela, que sou eu.

O casamento é só uma palavra: é verdade. Mas também pode ser a vontade de casarmos e ficarmos casados, todos os dias, com a mesma pessoa que amamos.

Cada vez nos casamos mais. As diferenças dela vão cabendo cada vez melhor nas minhas. Cada vez somos, a Maria João e eu, mais livres de sermos como somos, cada um de nós, e de sermos como somos, nós os dois.

Ela torna-se mais ela; eu torno-me mais eu, ela e eu com menos medo que o outro fuja por causa disso. Mas com medo à mesma. E ganância de viver e curiosidade em saber como é que o décimo quinto ano vai ser melhor do que este.

Mas vai ser."

MEC, aqui


E ler estas coisas ao mesmo tempo que me dá uma tristeza profunda e dura, dá-me esperança por perceber que existe e é possível, e talvez um dia possa voltar a acreditar que isto é possível até para mim. Quem sabe? Talvez um dia oiça "casava-me já contigo" sem ser da boca para fora, e depois de estar casada há anos.
(é capaz de ser difícil, porque não me quero voltar a casar, mas a ideia, a intenção, é que me seduz, me encanta, me adoça, não o papel. Muito menos o contrato reduzido a escrito segundo normas que alguém estipulou. Papel por papel que seja um nosso, com as nossas regras. Isso podia ter a sua piada... eu, por exemplo, de repente já me estou a rir por dentro. Quero alguém que ria por dentro também e comigo nestas coisas parvas, e sem precisar de abrir a boca para explicar o que se sabe. Ele saberia da parvoíce de cada regra mais parva que a outra, e isso é talvez o melhor contrato que pode existir.)

Bom Dia

29 setembro 2014

... Seria bom, tão bom. Se pudesse ser assim ou acreditar nisso.

Boa noite

... Seria bom, tão bom. Se pudesse ser assim ou acreditar nisso.

Boa noite

28 setembro 2014


E hoje foi dia de ronha...
 Dormir e muita ronha até tarde, 
almoçar tarde e sem relógios na varanda, 
perceber que afinal está frio... 
E agora tomar um café.... 
E tentar que o tempo cinzento não se entranhe.
Bom dia!



"Fala-me tu do Amor e dessa coisa esquisita que é o tempo com quatro dedos de distância entre o ardor das línguas e a asfixia dos corpos.

Fala-me tu do Amor e desse desejo que arrasta a proximidade que anula todos os intervalos em pequenas existências que de tão insignificantes desaparecem numa doçura e amargura.

Conta-me do constante faz e refaz, de ressuscitar e morrer, de adormecer e sonhar, do conforto da luz dos dias na realidade que nos mata. Porque do Amor também se morre e também se vive, como alimentação programada às calorias necessárias para respondermos."

Al Berto

[já não tenho as calorias necessárias ao amor, ao faz e refaz, ao morrer e renascer, as que tornam a amargura em doçura e os intervalos em instantes que se perdem no tempo no momento preciso em que tudo se refaz como se nunca desfeito tivesse sido. Já não tenho calor suficiente para aquecer o amor que me restou, ou para arrefecer o que ficou por dar. Já não sei contar a distância em dedos, nem estar a braços com a recordação de abraços que nunca se desfizeram, percebendo que nunca se fizeram como se recorda. e já não sei o sabor dos corpos em asfixia de desejo, ou o ardor das palavras não ditas que guardei debaixo da língua, donde nunca as libertaste, onde nunca chegaste.] 

Boa Noite

27 setembro 2014

...e por falar em beijos cruzei-me com isto, e pelo que sei não estará muito errado...
 ...e fiquei cá a pensar que parece um menu, e assim sendo não sei que "prato" escolheria...
p'roquem'aviadedar!!!...

 
Hoje sonhei. Sonhei que passeava com alguém e conversávamos, e ríamos. E parámos sem saber porquê, continuávamos a falar e de repente os olhos olharam-se e ele dá-me um beijo, e encaixa a minha cara perfeitamente entra as suas duas mãos, como quem pega com cuidado em algo que quer manter. Que quer guardar acarinhando. Acordei e tive muita pena, porque não sei quem era ele, mas principalmente porque me senti mal por pensar há quanto tempo não me sinto bem com alguém. Sentir o carinho, a ternura... E um beijo. Um beijo que pode ser todos os beijos, e tudo de bom lá dentro.
Sinto falta de estar bem entre as mãos de alguém. De entre as mãos de alguém sentir ter tudo.
Bom dia!

26 setembro 2014

...procura-se um destes lá para casa...
e não, não é um avental....nem do fogão...
E hoje, para dia, já chega, já me disseram ficam nervosos quando falam comigo
 e não raciocinam direito...
 'tá certo, ainda bem que não é a pilotar um fogão, senão seria perigoso...
 já ouvi desculpas mais bem amanhadas... 
mas esta de eu meter medo, não é simpática, digamos... bahhhh...
...agora vou descansar a mioleira e os ossos, não sei qual estará pior....
e depois, provave3lmente, chegar a casa e cozinhar... bahhhhh


Sugestão (compulsiva...) para bilhete a  deixar em qualquer lado,
 desde que no meu caminho...
 a caminho das minhas mãos, olhos e coração...
 por alguém que substitua o "creo" por " "irremediavelmente", por "sei", por "sinto até aos ossos", qualquer coisa menos incertezas, dúvidas e balelas... 
alguém sincero, doce e cheio de mimo, de vontade de o dar e receber,
 que saiba o que quer e me queira. 
Se for alto e giro e com piada convém ver mal ... muito mal, pronto, e correr pouco. 
De resto tudo bem...
Acabamos essa crise que é um instantinho meu querido...

Bom Dia!!

25 setembro 2014

... a única coisa madura nisto é mesmo a estupidez.
Estou cansada de ser estúpida.
Há que começar a magoar quem me magoa, 
há pessoas que se calhar só entendem na pele
 e não mergulhando na alma dos outros tentando entende-los. 
Seja.
Na pele, na lata.
Para que sintam o que fazem sentir.
Assim eu consiga fazê-lo e vou andar ocupada por uns tempos.

Ahhhh.... Bom Dia